Um amorEm vozes de Fênix
Renasce um amor
Confuso, sozinho
Tristonho e com dor
Pingos de chuva
Batendo em folhas de árvores
Dizendo em voz baixa
Um amor que se esconde
Ouvindo o som congelado
Da confissão de amar
Derrete em si o diamante inquebrável
A plena beira de um mar
Se amar é crime
Em meu coração
Eu faço justiça
Para a libertação.
Aristeu Colombo Ribeiro Lopes (Aluno da 7ª A da Escola Jean Piaget).
Nenhum comentário:
Postar um comentário